terça-feira, 2 de maio de 2017

1º dia do Seminário Temático A Formação de Educadores do Campo no cenário das políticas neoliberais e conservadoras: enfrentamentos e horizontes

Espaço de Diálogo 1: A Formação de Educadores do Campo e as conquistas no âmbito do Estado
O PRONERA (Gisélia Freitas, PPGEducampo/UFRB)
O PROCAMPO (Maíra Lopes Reis, LEDOC/CFP)
O PIBID Diversidade (Márcia Neves, LEDOC/CFP)
O Programa Escola da Terra (Marcos Paiva, UFBA-AET)
Coordenação: Débora A. Feitosa (PPGEducampo/UFRB)



Palestra 1: A Pedagogia da Alternância na Forma-ção do educador do Campo
Palestrante: Gilmar Vieira Freitas (IFBA/Brumado)
Coordenação: Nanci Rodrigues Orrico (LEDOC/CFP)
Sistematização: Lídia Barreto Silva (PPGEducampo/UFRB)



Espaço de Diálogo 2: A Formação de Educadores do campo e o enfrentamento das politicas conservadoras e neoliberais: perspectivas, desafios e horizontes.
As pedagogias hegemônicas e a Formação de Educado-res do Campo: projetos em disputas (Marcos Paiva Pe-reira, SEC Santa Inês-BA)
A Educação do Campo e o enfrentamento das tendên-cias atuais das políticas públicas (Gilda Rocha, PPGEdu-campo; SEE-MG/Rubim)
O programa Agronegócio na Escola: dilemas para a for-mação (Daniel Oliveira “Uniraam”, PPGEducampo);
Política de formação de educadores do campo no con-texto da expansão da educação superior (Terciana Vidal Moura, PPGEducampo/OBSERVALE/UFRB)
Coordenação: Táta Sobodê (PPGEducampo; Comuni-dade Caxuté;Teia dos Povos)






segunda-feira, 1 de maio de 2017

Conflitos no Campo Brasil 2016’ da CPT será lançado nesta quarta-feira, em Alagoas

Dia, 26 de abril, às 14 horas, a CPT Alagoas foi lançada a publicação anual ‘Conflitos no Campo Brasil 2016’, no Auditório do Instituto de Terras e Reforma Agrária (Iteral), em Alagoas.
(Fonte: CPT AL).
1.295 conflitos por terra. 12.829 famílias despejadas pela polícia. 2.639 famílias expulsas da terra por jagunços. 172 conflitos pela água. 61 assassinatos. Esses e muitos outros números estão reunidos na publicação Conflitos no Campo Brasil 2016. Em Alagoas, o lançamento oficial ocorre nesta quarta-feira, 26 de abril, às 14 horas, no Auditório do Instituto de Terras e Reforma Agrária (Iteral), na Avenida da Paz, nº 1200.
Os dados compilados anualmente pela Comissão Pastoral da Terra revelam o ano de 2016 como o mais violento para os povos do campo dos últimos 10 anos. Esses conflitos fizeram aumentar o número de assassinatos e agredidos. De 2015 para 2016, subiu em 206% o número de agredidos e em 22% o número de mortes. Além disso, 2016 alcançou a maior marca dos últimos 25 anos, à exceção apenas de 2003.
A CPT, além de dar publicidade aos números de conflitos, apresenta um conjunto de artigos capazes de analisar as suas causas. As 230 páginas da publicação possuem tabelas com dados e textos sobre terra, água, trabalho, violência contra a pessoa e manifestações.
Lançamento em AlagoasEm Alagoas, o lançamento ocorre em um evento promovido em parceria entre a CPT e o Comitê de Mediação de Conflitos e Questões Agrárias, no auditório da ITERAL.
O evento contará com a presença do Padre Manoel Henrique, representando a Arquidiocese de Maceió, do historiador e coordenador da Pastoral da Terra em Alagoas, Carlos Lima, e do professor do IFAL, Claudemir Martins, que é autor de um artigo da publicação chamado ‘Crítica à transformação capitalista da água em mercadoria: águas para vida, não para a morte’.
ServiçoLançamento da publicação Conflitos no Campo Brasil 2016
Dia: 26 de abril de 2017
Horário: 14 horas
Local: Auditório do Iteral – Avenida da Paz, 1200 - Jaraguá
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COMISSÃO PASTORAL DA TERRA:


Para acessar as publicações abaixo, clique sobre a imagem de cada uma:
* Somente nesse ano de 1989, a CPT fez duas publicações
 
 
   
 
Em 1985, como forma de denunciar esta realidade, os dados começaram a ser sistematizados e publicados. Desde então, todos os anos, a entidade publica o livro Conflitos no Campo Brasil, onde se registra os conflitos por terra - violências como despejos e expulsões - e os números da violência contra pessoa, como assassinatos, ameaças de morte, prisões. Há, ainda, os dados do trabalho escravo, conflitos pela seca e as manifestações envolvendo os temas citados, entre outras informações. Em 2002, a CPT incluiu em sua documentação os conflitos gerados pelo uso da água. Ainda neste mesmo ano, a obra Conflitos no Campo foi reconhecida como publicação científica pelo Instituto Brasileiro de Informação e Ciência e Tecnologia (IBICT).
A CPT, com este trabalho, tornou-se a única entidade a realizar tão ampla pesquisa da questão agrária em escala nacional, e os seus dados são utilizados por várias instituições de ensino, pesquisadores, instâncias governamentais e pela imprensa.
Por que documentar?
Por fidelidade “ao Deus dos pobres, à terra de Deus e aos pobres da terra”, como está explicito em sua missão, é que a CPT assume o compromisso de registrar e denunciar os conflitos de terra e da água e a violência contra os trabalhadores e seus direitos. A documentação, realizada por um setor específico da entidade, possui as dimensões:
Teológica – de acordo com a história bíblica, Deus ouve o clamor do seu povo e está presente na luta dos trabalhadores. A luta em si é um ritual celebrativo da presença de Deus e da esperança que anima o povo.
Ética – porque a luta pela terra é uma questão de justiça e deve ser pensada no âmbito de uma ordem social justa.
Política – o registro da luta é feito para que o trabalhador, conhecendo melhor sua realidade, possa com segurança assumir sua própria caminhada, tornando-se sujeito e protagonista da história.
Pedagógica – o conhecimento da realidade ajuda a reforçar a resistência dos trabalhadores e a forjar a transformação necessária da sociedade.
Histórica – todo o esforço e toda luta dos trabalhadores de hoje não podem cair no esquecimento e devem impulsionar e alimentar a luta das gerações futuras
Científica – a preocupação de dar um caráter científico à publicação existe não em si mesma, mas para que o acesso aos dados possa alimentar e reforçar a luta dos próprios trabalhadores, contra o latifúndio. Não se trata simplesmente de produzir meros dados estatísticos, mas de registrar a história da luta de uma classe explorada, excluída e violentada.
FONTE: https://www.cptnacional.org.br/index.php/publicacoes-2/conflitos-no-campo-brasil

PPGEDUCAMPO/UFRB – Disciplina Internacional da Rede PECC-MS: Educação Rural e Educação do Campo na América Latina

A disciplina Internacional da Rede PECC-MS: Educação Rural e Educação do Campo na América Latina, ofertada pelo Programa de Pós-Graduação em...