segunda-feira, 9 de maio de 2016

Mestrado em Geografia abre seleção para primeira turma


Aprovado em fevereiro deste ano, o Mestrado em Geografia acaba de ter o seu Edital de seleção publicado para formação da primeira turma. Com área de concentração em Produção do Espaço Geográfico, o curso funcionará no campus de Vitória da Conquista e desenvolverá pesquisas em duas linhas: “Dinâmicas da Natureza e do Território” e “Produção dos Espaços Urbanos e Rurais”.
Os interessados poderão se inscrever no período de 10 de maio a 13 de junho, na Sala de Apoio à Pós-Graduação da Uesb, localizada no Módulo Acadêmico, ou por meio dos Correios – desde que a inscrição seja postada, por Sedex, até 6 de junho. Poderá concorrer, a uma das 15 vagas, candidatos portadores de diploma de curso superior em Geografia ou áreas afins.
Todos os detalhes da seleção podem ser conferidos no Edital 064/16 e em seus anexos, onde constam formulário de inscrição, modelo de declaração de tempo para curso, barema, normas para o projeto, descrição das linhas de pesquisa e bibliografia básica. Em caso de dúvidas, entre em contato com o Departamento de Geografia por meio do telefone (77) 3424-8660.

Fonte: www.uesb.br

Debate sobre o Projeto Escola sem Partido

Data: Quarta-feira 18 Maio 2016, 08:30 - 12:00
Local: Auditório Leite Alves - CAHL
O Laboratório de Ensino de História do Recôncavo da Bahia (LEHRB) promoverá no dia 18 de maio de 2016, uma quarta-feira, das 8:30 às 12:00, um debate sobre o Projeto de Lei 867/15, também conhecido como Programa Escola sem Partido, de autoria do Dep. Izalci Ferreira (PSDB-DF).
Se aprovada, essa norma promete exercer um controle sobre o trabalho de docentes e autores de livros didáticos no sentido de reprimir o que chama de doutrinação ideológica na escola. Por outro lado, entidades representativas dos docentes e movimentos sociais têm apontado que a proposição fere a autonomia do professor e prejudica o ensino.
Participarão da mesa os Professores Sérgio Guerra Filho, docente do Programa de Mestrado Profissional em História da África, da Diáspora e dos Povos Indígenas da UFRB, Antônio Eduardo Oliveira, docente do Mestrado em Ciências Sociais da UFRB, e Fábio Pereira, Diretor da Escola Estadual Padre Alexandre de Gusmão e discente do Mestrado Profissional em História da África, da Diáspora e dos Povos Indígenas da UFRB.
O evento se soma a outras ações do LEHRB no sentido de promover debates relacionados às questões polêmicas envolvendo o campo educacional brasileiro e tem como público-alvo professores em atividade em escolas do Recôncavo e discentes da UFRB.
Os interessados poderão se inscrever através do site https://goo.gl/VlbHFD .
Haverá emissão de certificado.
Mais informações: https://www3.ufrb.edu.br/lehrb/2016/04/20/debate-sobre-o-projeto-escola-sem-partido/
Fonte: www.ufrb.edu.br

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Aula inaugural do curso de Tecnologia em Agroecologia PRONERA - UFRB - EFASE

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Temer: vendendo o Estado

A Folha de hoje 1-5-2016 traz o estudo de um banco (pasme!) como fonte para análise das políticas públicas brasileiras. Parece que este país não tem instituições públicas com condições de fazer tais estudos. É como colocar o cachorro para tomar conta da salsicha. É claro que sua conclusão é a de sempre: o setor público gasta mal, os mais pobres são menos atendidos. Isso a Folha vem martelando há algum tempo amplificando os estudos do INSPER, uma instituição privada dirigida por Marcos Lisboa, divulgando os estudos de Ricardo Paes de Barros, que migrou para o governo Temer.
Com o impeachment bem encaminhado, é hora, agora, da grande mídia voltar-se para apoiar as teses do governo Temer que, não por acaso, são as mesmas deste banco que estudou as políticas públicas brasileiras, ou seja, gastamos mal e não atendemos aos mais pobres. Veremos nos próximos meses a mídia voltar-se para esta tarefa de convencimento. Os estudos de institutos privados, bancos e outros proliferarão para dar apoio ao programa do “novo” governo. Todos, agora, “defendem” os pobres.
A reportagem de hoje, prepara a retomada da teoria da focalização neoliberal. Os ricos definem quem são os pobres e com isso, estancam o processo de ampliação da redistribuição de renda para cima, e o invertem focando e forçando uma redistribuição de renda para baixo, para um contingente menor e autocontido, a partir da reconceitualização do que se considera ser “pobre” – algo para eles em torno de 5% da população, ganhando em torno de 1 dólar por dia.
Com a redefinição do contingente de pobres para menos, sobra algum dinheiro até para pagar mais para estes, tirando dos outros que ficaram fora da definição de pobre. De quebra, o processo de expansão está contido. Os demais, virem-se. Tente viver com um dólar por dia de renda – ou seja, 30 dólares por mês, ou cerca de 120 reais mês. Este é o novo conceito do que é ser “pobre”.
O capital só admite atender a extrema pobreza. Primeiro, porque deseja que todos estejam à disposição do patrão para que este possa negociar para menos os salários com a finalidade de deter o crescimento da renda média dos trabalhadores, a qual compete com os lucros. Se há políticas de proteção social, como dizem os estudiosos das políticas de bem-estar social, o trabalhador chega para a negociação salarial mais fortalecido, mais protegido para exigir melhores condições salariais e de trabalho. Para o capital, portanto, é vital reduzir o atendimento das políticas sociais de forma a manter a vulnerabilidade da classe trabalhadora para demandar salários, podendo assim explorá-la de forma mais eficiente e em melhores condições para lucrar. No cenário globalizado, as corporações estão disputando centavos de dólar nos contratos.
Segundo, porque os liberais entendem que se as políticas sociais protegem, elas deseducam o trabalhador que passa a depender delas ao invés de trabalhar. Menos gente disposta a trabalhar, implica em menor oferta de braços o que, pela lei da oferta e procura, conduz à elevação de salário médio para captar o trabalhador.
Terceiro, foca na extrema pobreza porque tem que cuidar de um mínimo de funcionalidade para o sistema, de forma a não produzir grandes distúrbios que afetem a própria geração do lucro. Caso a pobreza chegue a ser extremada, isso põe em risco as bases operacionais da economia (roubos, assassinatos, distúrbios etc) chegando até a encarecer a própria circulação da produção. Não é nenhum sentimento de solidariedade ou humanidade. É simplesmente uma questão de sobrevivência para o capital evitar níveis exacerbados de pobreza.
Mas a destinação destes estudos feitos por banqueiros não é só essa. Ao final da reportagem da Folha, o representante dos bancos não conseguiu conter-se. Diz ele:
“O economista Paulo Coutinho, do Credit Suisse, ressalta que o Brasil se destaca na produção de dados. “Falta utilizá-los para fazer avaliações muito mais frequentes.” Esse é o caminho, diz, para aumentar a eficiência do gasto público no país.
A partir das avaliações, seria possível decidir que políticas precisam ser focalizadas em grupos sociais mais vulneráveis, assim como áreas em que o setor privado pode atuar de forma mais eficiente do que o governo.”
Aí está o interesse dos bancos: descobrir “áreas em que o setor privado pode atuar de forma mais eficiente do que o governo”, leia-se: áreas que podem ser privatizadas e passem a compor o mercado. Não se trata de aprimorar a politica pública do Estado. Trata-se de tirá-lo de cena.
É a estas pessoas que estamos ouvindo para formular política pública. É a estes interesses que o golpe em curso procurará atender. Não é sem razão que Temer se comprometeu a “privatizar tudo o que puder”.
É também por este e outros motivos que “vai ter luta”.
Fonte: www.avaliacaoeducacional.com

No dia do trabalhador, Frente Brasil Popular emite carta à população

A Frente Brasil Popular, formada por 60 entidades entre coletivos, sindicatos e movimentos sociais, lançou nesse domingo (1), uma carta à classe trabalhadora.
O documento reforça  as intenções de luta diante das recentes ofensivas à classe trabalhadora e figuradas na tentativa de golpe contra o mandato legítimo da presidenta Dilma Rousseff.


Além da carta, a Frente Brasil Popular, organizará uma paralisação geral no próximo dia 10 de maio. A agenda conta com atividades nas capitais. (Veja aqui)


Aos Trabalhadores e Trabalhadoras

A Frente Brasil Popular  que reúne as principais organizações sociais, partidárias e de classe do povo brasileiro, que no último período estiveram na linha de frente do combate ao golpe da direita e o ajuste fiscal, saúda todos os trabalhadores e trabalhadoras neste decisivo primeiro de maio.

Estamos nas ruas e praças de todo o país defender a democracia, repudiar o golpe parlamentar e resistir contra a ofensiva que ameaça seus direitos.

Os senhores da riqueza, da mídia e da corrupção, mais uma vez em nossa história, atropelam a Constituição. Tramam o impedimento da presidente Dilma Rousseff, violando a vontade das urnas, porque esse é o atalho que escolheram para impor sua agenda antipopular, antidemocrática e antinacional.

Seus interesses estão às claras: arrochar salários, anular direitos trabalhistas, desidratar programas sociais, reduzir investimentos públicos, entregar o Pré-sal para corporações estrangeiras, retomar a política de privatizações e defender o monopólio da terra. Além disso, esta agenda levará necessariamente ao aprofundamento do racismo, do machismo e da lgbtfobia.

Não hesitarão na perseguição de seus objetivos, em criminalizar os movimentos populares, os partidos de esquerda e as lideranças progressistas, buscando interditar qualquer alternativa que se oponha ao bloco golpista.

O impeachment, sem qualquer delito de responsabilidade, é apenas o primeiro passo, se vitorioso, para esmagar conquistas de nossa gente e empurrar o país para o retrocesso.

Esta escalada restauradora rompe com a legalidade democrática. As oligarquias, incapazes de retornar à direção do Estado pelo voto popular, recorrem à fraude institucional.

Nossa resposta ao golpismo somente pode ser a continuidade, a ampliação e o aprofundamento da resistência cidadã, até que seja batida a conspiração para depor a presidente legítima dos brasileiros e brasileiras.

A superação da crise política somente será favorável à classe trabalhadora se for construída nas ruas, para assegurarmos à soberania dos eleitores. Isso abrirá caminho para aprofundarmos as reformas estruturais em nosso País, historicamente demandadas pelo povo brasileiro.

As próximas batalhas no Senado serão decisivas para o futuro do país, no embate entre a Constituição e o golpismo, entre a legalidade e a usurpação.

Nesse dia histórico de todos os trabalhadores e trabalhadoras, a Frente Brasil Popular reafirma seu compromisso unitário de luta, chama o povo brasileiro, nesse momento dramático da nação, a cerrar fileiras em defesa de seus direitos e da democracia.

A Frente Brasil Popular denunciará como usurpador e arbitrário qualquer governo, que por ventura venha a assumir, forjado na ruptura da ordem constitucional diante do qual conclamarão todas as forças democráticas ao combate sem trégua.

São Paulo, 1 de maio de 2016

Fonte: www.mst.org.br

domingo, 1 de maio de 2016

VII SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO DO CAMPO DO RECÔNCAVO E DO VALE DO JIQUIRIÇÁ

O Fórum de Educação do Campo do Recôncavo e do Vale do Jiquiriçá, realizou no último dia, 29 de abril de 2016, na cidade de Laje - Bahia, o VII Seminário realidade, contradições e possibilidades.

O evento contou com a coordenação de Pedro Cerqueira Melo - coordenador do Fórum e pela Profª Indiamara Andrade Ferreira Alves, Secretária Municipal de Educação Desporto e Lazer – Laje, Bahia e sua equipe de coordenação da Educação do Campo.

Com o tema: O PAPEL DOS MOVIMENTOS SOCIAIS E DA ESCOLA ENQUANTO FORMADORES DE SUJEITOS EMANCIPADOS, possibilitou uma grande participação dos professores da rede básica, militantes dos Movimentos Sociais, gestores, coordenadores e pessoas interessadas pela Temática.


No Evento esteve palestrando professores Doutores e Mestres da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, Gilsele Cardosos Macedo Freitas, Professor Mestre Marcos Paiva Pereira, Professor Mestre Davi Romão Teixeira e Militantes do Movimento Social e Sindical.

Na ocasião esteve Presente a Professora Evangelista, coordenadora da Educação do Campo da Secretaria de Educação do Estado da Bahia, que levou as demandas levantadas no VII Seminário do Fórum de Educação do Campo.

Destacando:
1 - Formação inicial e continuada para os professores da Rede Básica para as escolas do Campo
2 ´- Garantia de concurso público para educação do campo, garantindo a participação de professores licenciados nesta área.
3 - Garantir a Continuação do Programa Escola da Terra e o Financiamento dos Cursos de Licenciatura em Educação do Campo.
4 - Efetivação das Diretrizes Estadual para educação do campo.

A avaliação dos participantes em relação ao VII seminário, foi muito positiva. Momento importante de avançar no processo formativo educativo da classe popular que vive, estuda e trabalha no campo.

O Fórum continuará a luta pela consolidação da Política de Educação do Campo que atenda às necessidades do povo camponês.
Segue abaixo, fotos do Evento.

















PPGEDUCAMPO/UFRB – Disciplina Internacional da Rede PECC-MS: Educação Rural e Educação do Campo na América Latina

A disciplina Internacional da Rede PECC-MS: Educação Rural e Educação do Campo na América Latina, ofertada pelo Programa de Pós-Graduação em...