quinta-feira, 31 de março de 2016

Caetano Veloso pede atenção para tragédia de Santo Amaro

 
Por Adelia Felix (Twitter: @adelia_felix)
O cantor baiano, Caetano Veloso, comentou em artigo publicado no jornal O Globo, deste domingo (31), sobre o descaso feito pelo presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM), o polêmico Marco Feliciano (PSC-SP), diante da contaminação por chumbo na cidade de Santo Amaro da Purificação, no estado da Bahia.
 
A audiência sobre contaminação de chumbo na cidade de Santo Amaro foi realizada após tumulto gerado com a detenção de um manifestante que chamou Feliciano de racista, no último dia 27. A sessão começou às 14h20 sob o barulho de apitos. Marco Feliciano tentou falar, mas foi interrompido por palavras de ordem como “Não, não me representa, não”; “Não respeita negros, não respeita homossexuais, não respeita mulheres, não vou te respeitar não”.
 
“Feliciano disse aos reclamantes que eles teriam sucesso em suas demandas se tivessem o apoio de ruidosos manifestantes, como os que desejam destituí-lo. Bem, ele não o disse nessas palavras, mas redigi como pude o que captei do sentido de sua fala”, descreve o artista em seu artigo.
 
Totalmente contrário a posição do evangélico na CDHM, Caetano revelou que aplaudiria se na gestão de Marco, alguma atenção fosse dada ao problema da sua terra natal. “Nossas respostas públicas ao andamento dos fatos políticos são quase inevitavelmente desproporcionais. Nesse caso, a minha não foi: dou muito maior importância à questão da violência ambiental que Santo Amaro sofreu e sofre do que ao disparate que é a escolha do presidente da Comissão. Se a Comissão fizer algo útil e justo a respeito, mesmo sob Feliciano, aplaudirei a Comissão. O que não quer dizer que aplaudo a escolha do seu presidente”, descreve.
 
O caso
De 1960 a 1993, a empresa, à época chamada Companhia Brasileira de Chumbo (Cobrac), subsidiária da empresa francesa Penarroya Oxide, foi instalada na cidade para beneficiar o minério e produzir lingotes de chumbo. A subsidiária foi depois incorporada ao Grupo Trevo e a Penarroya Oxide e passou a fazer parte do Grupo Metaleurop.
 
Foram 500 mil toneladas de escórias com chumbo deixadas pela Cobrac, que encerrou suas atividades no local em 1993, depois de operar por mais de 30 anos em Santo Amaro. O material contaminou o solo, a água e causou doenças graves nos ex-trabalhadores da mineradora e na população do entorno da fábrica.
 
Os procuradores do Ministério Público Federal na Bahia argumentam que os rejeitos do material (o que sobra após o processamento), com alta concentração de chumbo, foram armazenados sem as devidas medidas de segurança e também despejados irregularmente no rio Subaé.
 
Ainda de acordo com o  MPF-BA, 20 anos depois da desativação da empresa, a população do município ainda convive com o risco de contaminação. Isso porque existe um depósito de escória (o rejeito sólido) no antigo pátio da fábrica, com pelo menos 300 mil toneladas de material contaminado.

Postada às 13h53 do dia 31 de março
FONTE:http://www.bocaonews.com.br/noticias/politica/politica/57123,caetano-veloso-pede-atencao-para-tragedia-de-santo-amaro.html

Programa Escola da Terra em Monte Santo, recebeu nomes importantes do cenário educacional



Depois de meses de trabalhos intensos e estudos realizados pelos professores das escolas do campo e tutores (Lidiane da Silva Simões, Simone Dias, Geisa Dias, Fernando Pereira, Diego Pereira, Luíza Helena Pinheiro, Nêmesys Jezbell Andrade, Conceição Andrade), Formadores (Ângela Maria, Pedro Melo, Gilda Pereira, Mércia Rodrigues),  O município de Monte Santo recebeu, no final do mês de Fevereiro, presenças importantes no encontro de quarto módulo.
Num encontro produtivo de debate e avaliação de resultados, estiveram presentes nomes como o a Professora e Doutora Celi Nelza Zulke Taffarel (Coordenadora do Programa Escola da Terra na Bahia), Clóvis Ezequiel dos Santos (Coordenador da Educação do Campo no Brasil), Xavier Carvalho Neto (Técnico do Ministério da Educação em Brasília) e Vanda Evangelista (Coordenadora da Educação do Campo na Bahia).
O Programa Escola da Terra foi lançado em novembro de 2015,  com intuito de formar professores das escolas municipais do campo, pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), nos níveis de aperfeiçoamento/especialização em Pedagogia Histórico Crítica. No total 120 profissionais foram capacitados pelo programa.
A elevação intelectual que o curso proporciona aos professores é notória. Sem dúvida, todo conteúdo transferido, através da capacitação, foi válido e o município já está imbuído em conseguir um outro curso, desta vez de Mestrado Profissional, também pela UFBA, para seus professores, os quais criaram expectativas para esta possibilidade.
A presidente do Sindicato dos Professores Alexandra Cardoso, fez-se presente no evento e em suas palavras parabenizou a todos pelo sucesso do programa no município.
O prefeito Jorge de Andrade e o Secretário de Educação José Ricardo Pinheiro também estiveram no evento e mostraram satisfação com os resultados obtidos através do curso, garantindo que farão o possível para trazer o curso de mestrado, pretendido pelos professores, para Monte Santo.



Fonte: ASCOM 

EDUCAÇÃO NO CAMPO: Escola da Terra leva formação a professores de multisseriadas

  • Terça-feira, 20 de agosto de 2013, 16h42
Secretários estaduais e municipais de educação, que tenham em suas redes escolas multisseriadas no campo ou quilombolas, já podem aderir ao Escola da Terra, programa do Ministério da Educação que oferece formação continuada a professores que lecionam nessas unidades. A adesão foi aberta nesta terça-feira, 20, e se estende até19 de setembro.

Para aderir, o gestor precisa entrar na página eletrônica do Sistema de Informações Integradas de Planejamento, Orçamento e Finanças do MEC (Simec) e informar seu CPF e senha. Dentro do Simec, acessa o Plano de Ações Articuladas (PAR) e o programa Escola da Terra. De acordo com Antônio Lídio Zambom, coordenador geral de políticas de educação no campo da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi), nesta etapa do processo, o gestor informa apenas o número de escolas multisseriadas e quilombolas de sua rede e o número de professores.

Dados do Censo Escolar informados pela Secadi indicam que o país tem hoje 865 escolas quilombolas do primeiro ao quinto ano do ensino fundamental e 53.713 escolas com classes multisseriadas do primeiro ao quinto ano do ensino fundamental. Em 2013, o programa Escola da Terra atenderá 7,5 mil professores. As escolas selecionadas para esta edição, explica Antônio Lídio, deverão informar, posteriormente, o nome dos educadores e CPF.

O programa – O Escola da Terra compreende quatro ações: formação continuada e acompanhada de professores que trabalham com estudantes dos anos iniciais do ensino fundamental em escolas multisseriadas no campo e em escolas quilombolas, além dos assessores pedagógicos que terão a função de tutores; oferta de materiais didáticos e pedagógicos; monitoramento e avaliação; gestão, controle e mobilização social.

Educadores e tutores terão curso de aperfeiçoamento com carga horária mínima de 180 horas. A formação terá dois períodos – a frequência no curso denominada tempo-universidade e outro para as atividades realizadas em serviço (escola-comunidade) que será acompanhada por tutores. A qualificação dos docentes será de responsabilidade das instituições públicas de ensino superior que aderirem ao programa.

A produção e oferta dos materiais didáticos e pedagógicos são de responsabilidade do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). São jogos, mapas, recursos para alfabetização, letramento e matemática. Já o coordenador estadual e o tutor que acompanham e orientam os educadores durante sua formação serão remunerados com bolsas a serem pagas pelo FNDE.

Piloto – Em 2013, sete universidades federais foram selecionadas para participar de um projeto piloto do Escola da Terra em quatro das cinco regiões do país. O piloto terá 7.500 vagas distribuídas entre as universidades federais do Amazonas (UFAM) com 1.500 vagas, da Bahia (UFBA), do Pará (UFPA), de Pernambuco (UFPE), do Rio Grande do Sul (UFRGS), de Minas Gerais (UFMG) e do Maranhão (UFMA), com mil vagas cada. Em todos os estados, os cursos estão previstos para 2014.

Ionice Lorenzoni

Conheça a Escola da Terra

Acesse o Simec

segunda-feira, 28 de março de 2016

I SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO DO CAMPO DA UFU

“Da luta pela terra a construção da cidadania. Povos Indígenas, Negros e Sem Terras”

sexta-feira, 18 de março de 2016


22, 23 e 24 de junho de 2016

Campus Santa Mônica - Universidade Federal de Uberlândia
           

FONTE:http://educampo2016.blogspot.com.br/

Universidade do Professor oferecerá 105 mil vagas para que docentes completem formação

  • Segunda-feira, 28 de março de 2016, 19h16
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O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, anunciou em entrevista coletiva nesta segunda-feira, 28, a Rede Universidade do Professor. Serão oferecidas 105 mil vagas para formação de professores efetivos da rede pública que não atuam em sua área de formação. As vagas, nas instituições federais de educação, são para o segundo semestre de 2016, sendo 24 mil presenciais em universidades e institutos federais e 81 mil na modalidade educação a distância, por meio da Universidade Aberta do Brasil.

Baseado em informações do Censo Escolar 2015, Mercadante destacou que, entre os 709.546 professores efetivos que lecionam nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio, 334.717 têm a formação para a disciplina que ensinam em sala de aula, enquanto 374.829 precisam complementar a formação superior. Estes casos representam docentes que não têm a licenciatura nas disciplinas que aplicam ou não têm o grau de bacharel na área.
A proposta da Rede Universidade do Professor é reduzir o número de professores que lecionam disciplinas para as quais não têm a formação adequada. Além das vagas na rede federal, os professores também poderão optar pelo Plano Nacional de Formação de Professores (Parfor) que oferece, durante as férias escolares, cursos presenciais intensivos para docentes da rede pública de educação básica.
No Parfor, os professores só poderão se inscrever para o curso correspondente à disciplina que lecionam na rede pública. Essas vagas serão oferecidas no primeiro semestre de 2017.
Mercadante afirmou que a prioridade é a formação de professores efetivos da rede pública na área em que já estão atuando. “Não há como melhorar a qualidade da educação no Brasil se nós não resolvermos esta questão da formação. O que mais vai motivar é se a carreira docente valorizar esta formação específica”, disse o ministro. “Este é o ponto mais estratégico para melhorar a qualidade da educação”, concluiu.
Calendário
Os professores interessados em complementar sua formação poderão se inscrever nos cursos por meio da Plataforma Freire, entre 5 de abril e 5 de maio. Depois de inscritos, as secretarias estaduais e municipais de educação terão de 6 de maio a 6 de junho para validar as inscrições dos docentes. O resultado será divulgado até 30 de junho e os cursos terão início já no segundo semestre deste ano.
Assessoria de Comunicação Social
Assista:

domingo, 27 de março de 2016

Biblioteca do Marxismo: + de 1300 livros para download gratuito



Karl Marx, 1818 – 1883. Imagem: Pinterest.

Marxismo é uma teoria revolucionária proposta por Karl Marx e Friedrich Engels. Ambos, amigos, reuniram a filosofia alemã e a crítica à economia política inglesa, juntamente com aspectos políticos franceses e ingleses, para dar vida a uma das maiores invenções na filosofia moderna.
Entenda um pouco do nascimento do marxismo e baixe quantos livros quiser na biblioteca do marxismo, disponível no fim da matéria.

Índice

A teoria do marxismo

Marx fundou uma nova ciência: a ciência da história. Vou ilustrar isso. As ciências com as quais somos familiares têm seus alicerces em alguns “continentes”. Antes de Marx, dois desses continentes haviam sido abertos ao conhecimento científico: o continente da matemática e o continente da física. O primeiro pelos gregos (Tales), o segundo por Galileu. Marx abriu um terceiro continente ao conhecimento científico: o continente da história [Louis Althusser, A Filosofia Como Uma Arma Revolucionária]
O marxismo nasceu no século XIX, em meio a miséria da classe operária, com jornadas de trabalho de 14 à 16 horas diárias, e entre as revoluções de 1848, em que a burguesia experimenta pela primeira vez o medo de ter sua posição dirigente na sociedade destituída.
Segundo Althusser, a “fusão da teoria marxista com o movimento operário é o evento mais importante de toda a história da luta de classes, ou seja, de praticamente toda a história da humanidade”, já que o marxismo atua como arma na mão do proletariado.
A classe proletária não tinha uma forma de se defender sistemática e com pretensões científicas, os poucos pensadores da época que tinham alguma solidariedade aos operários vilipendiados pela camada intelectual eram filiados a órgãos da burguesia, como Fourier e Saint Simon.
Suas análises também não tocavam o ponto-chave: a centralidade da estrutura econômica como determinante social e a luta de classes como motor da história.
Foi somente com Marx e Engels que o proletariado conseguiu vislumbrar alguma esperança em destruir seus grilhões e, definitivamente, se emancipar.
O marxismo figura como uma teoria e uma arma de guerra, uma ciência e uma espada. Não é uma brincadeira acadêmica, apesar de convenientemente estar concentrado nos muros da universidade.
Marxismo é uma teoria da práxis, da prática que se renova a partir da experiência, é uma das formulações teóricas mais estudadas do mundo contemporâneo.
Continue lendo para ter mais de 1300 livros sobre marxismo à disposição para download gratuito.

Biblioteca do Marxismo: mais de 1300 livros para download gratuito

A biblioteca do marxismo é um vistoso drive com mais de 1300 livros de diversos pensadores proeminentes da teoria marxista, como Karl Marx, Friedrich Engels, Lênin, Fredric Jameson, Theodor Adorno, Rosa Luxemburgo, Slavoj Zizek, Alain Badiou, E.P. Thompson entre outros.
Para ter acesso à biblioteca do marxismo, clique aqui.
Acervo fornecido pela fanpage Livros Marxistas.
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sábado, 26 de março de 2016

Convenção dos ventos. A agroecologia em contos

Convenção dos ventos, As - agroecologia em contos



Autor:

Ana Maria Primavesi

Número de páginas:

150

ISBN:

978-85-7743-273-8

Editora:

Expressão Popular

Categoria:

Lançamentos!Agroecologia

Peso:

200 g
R$ 20,00
O momento é de organização e luta e de continuar aprendendo a construir a vida pela qual lutamos. Nos espaços e com as diferentes ferramentas que temos. Tomo a liberdade de pedir a atenção de vocês para um lançamento feito pela Editora Expressão Popular nestes dias: trata-se do livro "A convenção dos ventos. Agroecologia em contos" que pode ser boa ferramenta para trabalharmos noções básicas para compreensão da agroecologia nas nossas escolas. Ana Primavesi, sua autora, é considerada uma das precursoras entre nós da agroecologia pela sua vida dedicada ao estudo e ao cuidado do solo, fonte de vida. Escreveu muitos livros que têm ajudado a orientar práticas de agricultura que respeitam a natureza e o ser humano. Quando passou este livro infanto-juvenil para a editora, disse o ter escrito pela importância que atribui à educação das novas gerações para que "nossa vida não se torne um suplício ou mesmo impossível". Os contos trabalham para um público infantil e juvenil conteúdos que certamente deveriam ser abordados no currículo da educação básica de todas as escolas. Como diz a apresentação da profa Magda (vejam abaixo), é a ciência em forma de prosa, de literatura. É um livro a ser adotado pelas escolas do campo e gostaria de sugerir que pudéssemos trabalhar com ele nos cursos de formação de educadores, em especial nas Licenciaturas em Educação do Campo, de modo a preparar os educadores para uso do livro nas escolas: seria uma excelente atividade de tempo comunidade levá-lo às comunidades e exercitar com os estudantes este trabalho. A conferir! Depois socializemos entre nossos pares. Abaixo a chamada da editora para o lançamento do livro.
Abraço fraterno,
Roseli Salette Caldart

quarta-feira, 23 de março de 2016

ÂNIMO, MILITANTE!

Divulgado edital de concurso público para docente do Magistério Superior

Publicado em 23-03-2016

A Universidade Federal do Piauí (UFPI) torna público que estão abertas as inscrições para Concurso Público de Provas e Títulos para provimento de 03 (três) vagas da Carreira do Magistério Superior, referente a 03 (três) áreas nos cursos de Licenciatura em Educação do Campo, no âmbito do PROCAMPO (Programa de Apoio à Formação Superior em Licenciatura em Educação do Campo) existentes nos Campi Senador Helvídio Nunes de Barros (CSHNB), na cidade de Picos e, no Centro de Ciências da Educação, do Campus Ministro Petrônio Portella (CMPP), em Teresina.
Confira aqui o edital.

Seminário Temático sobre PPP e Currículo para as escolas do campo, no curso de Especialização em Educação do campo, no Instituto Federal do Maranhão - IFMA.

O Professor Pedro C. Melo, representando o Fórum de Educação do Campo do Recôncavo e do Vale do Jiquiriçá e o Grupo de Pesquisa em Educação do Campo da Universidade Federal da Bahia - UFBA. GEPEC, Ministrou o Seminário Temático sobre PPP e Currículo para as escolas do campo, no curso de Especialização em Educação do campo, no Instituto Federal do Maranhão - IFMA.


Na oportunidade foi trabalhado, a
 educação do campo como uma concepção de educação que nasceu dos trabalhadores do campo e tornou-se uma referência a pratica educativa em contraponto à pedagogia do capital. Deste modo, foi necessário elucidar a dimensão da luta e de enfrentamento de dois projetos em disputa. Projetos antagônicos de sociedade, que tem na disputa da escola um instrumento de reprodução dos interesses capitalista, ou um ambiente de elaboração de uma nova possibilidade de sociedade que tem no socialismo, seu inicio e no comunismo seu destino final. O trabalho buscou mesmo nos limites do capitalismo, e referenciado em categorias revolucionárias e fundante do ser social, o trabalho como princípio educativo, nas formulações históricas críticas propor a elaboração de um novo programa de escola para nação, a partir da construção do currículo e do projeto político pedagógico, com sua vinculação intrínseca com o marxismo. 






Prefeitura de Cruz das Almas: FECHAR ESCOLA DO CAMPO É CRIME

  Comunidade do Ponto Certo exige reabertura da Escola Manoel Caetano da Rocha A comunidade do Ponto Certo , no município de Cruz das Almas...