sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

CAMPUS XII DA UNEB EM GUANAMBI OFERECERÁ CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO DO CAMPO

Campus XII da UNEB em Guanambi irá ofertar um curso de Pós-graduação lato sensu – Especialização em Educação do Campo. O projeto foi aprovado e publicado no Diário Oficial do dia 24 de janeiro por meio da RESOLUÇÃO Nº 1.253/2017, que destaca em seu Art. 1º. Autorizar a criação do Curso de Pós-Graduação lato sensu – Especialização em Educação do Campo, a ser ofertado pelo Departamento de Educação/Campus XII – Guanambi/BA, no âmbito da Universidade do Estado da Bahia. Parágrafo Único. O Curso de que trata o caput deste artigo, apresenta carga horária total de 480 (quatrocentas e oitenta) horas e 50 (cinquenta) vagas.

Para o diretor do DEDC XII, o professor José Aparecido Alves Pereira, “a vinda de mais um curso de Especialização, vem reforçar a política de formação continuada de nossos egressos e comunidade, e dessa vez, o curso é direcionado aos profissionais que atuam no campo em diversos municípios da região. Em 2015, concluímos o Curso de Psicopedagogia Institucional e Clínica vinculado ao Núcleo de Estudos, Pesquisa e Extensão Educacional Paulo Freire (NEPE), coordenado pela Profª. Dra. Sônia Maria Alves de Oliveira Reis do curso de Pedagogia. Em 2016, concluímos o Curso de Especialização em Atividade Física e Saúde, organizado pela Linha de Estudo, Pesquisa e Extensão em Atividade Física (LEPEAF) coordenada pelo Prof. Claudio Bispo de Almeida do curso de Educação Física. Agora, a linha de Educação do Campo, Educação de Jovens e Adultos e Movimentos Sociais, coordenada pelo Prof. Dr. Domingos Rodrigues da Trindade, vinculada ao Núcleo de Estudos, Pesquisa e Extensão Educacional Paulo Freire (NEPE), ofertará o curso de Especialização em Educação do Campo”.

José Alves ainda destacou que os cursos de Pedagogia e Educação Física já têm uma tradição na oferta de Cursos de Especialização no Campus XII. Já estamos pensando em outras pós-graduações para os cursos de Administração e Enfermagem. O curso de Enfermagem já tem grupos e linhas de pesquisa com muita produção, e acreditamos que com o término da qualificação dos professores que estão atualmente nos cursos de mestrado e doutorado, possamos ofertar mais uma especialização na área de saúde.  Quanto ao curso de Administração, o prof. João Hélio Reale da Cruz, atual coordenador do curso, vem articulando a submissão de um projeto ainda esse ano.

Segundo o professor Domingos Rodrigues da Trindade, coordenador do curso de especialização em Educação do Campo, “o debate da Educação do Campo nos municípios dos Territórios de Identidade Sertão Produtivo e Velho Chico ainda é bastante incipiente. O curso irá contribuir com a formação dos educadores e educadoras das escolas do campo e de outros profissionais que desenvolvem ações nas comunidades rurais.”

O edital para inscrição poderá ser acessado através do link.


Para maiores informações: (77) 3451-1535 – Ramal 222.

Fonte: http://www.uneb.br/guanambi/dedc/2017/02/09/campus-xii-da-uneb-em-guanambi-oferecera-curso-de-pos-graduacao-em-educacao-do-campo/

BA: Manifesto dos trabalhadores de educação: "Escola sem partido", somos contra no Brasil e em Salvador

Publicado em Quinta, 09 Fevereiro 2017 09:20

A APLB-Sindicato dos trabalhadores em Educação do Estado da Bahia vem a público repudiar a “Escola Sem Partido”, por se tratar de um programa que subestima o papel dos estudantes e prejudica o trabalho do professor. É um programa que se pretende incluir na Lei 9394/1996 – de Diretrizes e Bases da Educação, onde lamentavelmente já existem propostas inspiradas na ideia desse movimento sendo apresentadas no âmbito legislativo de todo o país.
Aqui em Salvador, o vereador neófito Alexandre Aleluia (DEM),o vereador calouro, recém-empossado na Câmara de Salvador, Alexandre Aleluia (DEM), filho de José Carlos Aleluia, Deputado Federal (DEM), seguindo a tendência nacional do Movimento Escola Sem Partido, apresenta na primeira semana de legislatura, como primeiro ato, o Projeto de Lei “Escola Sem Partido”, que já tramita naquela casa sob o ano 01/2017.
Mas, o que é essa tal Escola Sem Partido? Objetivamente, esse movimento busca, com a sua filosofia, retroceder os princípios da liberdade de expressão, abandonando qualquer perspectiva educacional, quando apregoa a neutralidade do ensino, sob a alegação de que existe doutrinação ideológica no interior das escolas, dentro das salas de aula.
É um movimento que tenta descaracterizar a função social da escola, neutralizar o papel do professor chegando a fazer conjecturas descabidas quanto à ética desses profissionais. A Escola Sem Partido impõe regrassobre os direitos e deveres dos professores quando exige uma suposta neutralidade desses profissionais dentro da sala de aula, alegando a presença de uma doutrinação política na educação brasileira. Chega a ser cúmulo do absurdo de tornar obrigatória a afixação nas paredes de todas as salas do ensino fundamental e médio de um cartaz contendo os “deveres” dos professores.
Queremos deixar bem claro que defendemos que os pais sejam sempre partícipes da construção do projeto de educação escolar dos seus filhos. Contudo, não se pode secundarizar o papel dos profissionais da educação neste processo. Essa parceria entre escola e família poderá ser destruída pela proposta da Escola Sem Partido, quando impõe o irrestrito direito dos pais na decisão sobre o conteúdo da educação dos filhos e no estabelecimento de regras para a definição de livros didáticos a serem adotados pelas escolas.
Tal desvario é uma tentativa de subtrair dos profissionais da Educação o seu papel essencial de formadores de sujeitos que vivem numa sociedade plural. A prática do debate entre ideias e concepções de mundo diferentes, presentes na escola, é a essência do papel da escola e atende a uma cláusula fundamental da Constituição Federal, que define o seu papel como de formação com vistas “ao pleno desenvolvimento da pessoa” e para “o exercício da cidadania” (Art. 205 da Constituição Federal/88).
A Escola Sem Partido contraria o princípio da laicidade do Estado e da Educação, assim como a ampla possibilidade da adoção de uma educação plural, ao impor visões morais e religiosas específicas. Tudo isso descontextualizado dos valores contidos na Constituição Brasileira e na Declaração Universal dos Direitos do Homem.
O “neo” Vereador ao apresentar o famigerado Projeto de Lei, afirma que “o resultado deste atual modelo deletério (complemento meu: danoso, destrutivo, nocivo), em que os professores viraram cabos eleitorais é o rendimento dos estudantes brasileiros, classificados entre os piores do mundo. O projeto da Escola Sem Partido é uma solução real para um problema real”.
Esquece o vereador – e todos os que defendem esta ”solução” – que não estão sendo neutros. Querem convencer os incautos de que não partem de um conjunto de ideias, de uma visão de mundo que orienta suas ações, cujos resultados incidirão nas próximas gerações. Seria mais honesto que assumissem que, ao derrubarem a possibilidade da pluralidade de ideias – que é a essência do papel da escola ao formar cidadãos – estão propondo proibir o desenvolvimento da visão crítica da realidade.
O que a “Escola sem Partido” não consegue esconder é a sua tentativa perversa de implementar uma “educação” que prepare pessoas com pouca ou nenhuma capacidade de questionar e, assim, submissos a um regime de exceção imposto no nosso país pelo golpe.
Confirmando o que disse o jornalista Mauro Donato, a Escola Sem Partido “é um ataque à escola como espaço para reflexão, um espaço plural para exposição das diferentes maneiras de compreender o mundo. Almeja despolitizar a educação, descolando-a do contexto social e cultural em que está inserida, para formar massa de manobra.”
O projeto educacional que está em vigor no nosso país, ainda que necessite avançar mais, foi construído num processo coletivo, amplo, fruto de pesquisas, estudos, de muitas lutas de entidades de profissionais da educação e de estudantes.
A ideia da Escola Sem Partido, ao contrário, surgiu sem debates com especialistas ou profissionais da área e sem respaldo de pesquisas que lhe garantissem qualquer relevância. Tem sofrido duras críticas e profunda rejeição por parte de entidades de educadores, de intelectuais, de partidos políticos, centrais sindicais, do movimento sindical e estudantil, movimentos sociais e de outros setores comprometidos com a educação centrada na democracia, no pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas, tal qual preconiza a Constituição Federal, claramente violada em vários incisos por esse Projeto.
Por conseguinte, a APLB Sindicato, entidade que representa a classe de trabalhadores em Educação, posiciona-se absolutamente contra este projeto, por entender que a qualidade social da educação e todas as questões a ela relacionadas necessariamente passam por concepções pedagógicas, assim como pela “liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber”, conforme reza o artigo 206 da Constituição Federal, no seu inciso II. Percebemos que, nesse artigo, que trata como o ensino deve ser ministrado, Liberdade está colocada como uma palavra chave.
Além de deixar bem clara a nossa posição com relação ao aludido projeto da Escola Sem Partido, a APLB-Sindicato aproveita a oportunidade para informar ao Vereador que, para apresentar qualquer Projeto de Lei que possa vir a ser implementado (jamais a Escola Sem Partido!) é necessário ter um mínimo de conhecimento da nossa rede de ensino, já que irá interferir no trabalho pedagógico dos nossos professores e coordenadores pedagógicos, nas diretrizes curriculares ou nos programas de avaliação do desempenho dos estudantes da rede, e outras ações que são adotadas no âmbito da rede. Sobretudo, é preciso pisar no chão da escola, entrar em uma sala de aula e conhecer a realidade da rede, com todas as suas potencialidades e seus problemas.
E, no caso do nefasto Projeto apresentado pelo vereador, se for aprovado, sancionado e implementado, certamente interferirá de forma negativa na rede!
Os profissionais da educação entendem que é mais relevante o citado vereador apresentar projetos de lei que caminhem na direção da melhoria da qualidade da educação, que implica: na valorização dos seus profissionais, na ampliação da rede física das escolas, no fortalecimento da EJA (proporcionando o acesso e permanência de jovens, adultos e idosos na escola), na construção de mais creches, na melhoria da qualidade da alimentação escolar, no preenchimento do quadro de profissionais através de concurso público, na criação de cargos e adoção de medidas que fortaleçam a politica de educação pública no nosso município, eliminando definitivamente a terceirização, dentre outras questões.
Assim, a APLB-Sindicato que reafirma o seu veemente repúdio a Escola Sem Partido e solicita desta entidade que apoie esta luta e se manifeste junto a Câmara de Vereadores pela não aprovação desse Projeto de Lei, pois a sua implantação na Rede Municipal de Ensino de Salvador, diferentemente do que afirma o vereador, CONTRARIA FRONTALMENTE A CONSTITUIÇÃO FEDERAL, no seu artigo 206.
(APLB/BA, 08/02/2017)

Fonte: www.cnte.org.br

MOÇÃO DE REPÚDIO DOS EDUCADORES E EDUCADORAS DA REFORMA AGRÁRIA AO TRATAMENTO DADO À EDUCAÇÃO DO CAMPO PELO GOVERNO DO ESTADO DO ES

Somos 224 militantes, educadores e educadoras de acampamentos e assentamentos de 16 estados do Brasil, reunidos no Centro de Formação Maria Olinda (CEFORMA), no município de São Mateus, durante os dias de 16 a 30 de janeiro de 2017, compondo a V Turma do Curso Nacional de Pedagogia do Movimento Sem Terra, para estudo e debate sobre Pedagogia do MST. Vimos através deste documento denunciar e repudiar publicamente a forma que o Governo do Estado do Espírito Santo, através da Secretaria Estadual de Educação (SEDU) vem tratando a Educação do Campo, em especial a Pedagogia da Alternância nas Escolas de Assentamentos deste Estado. 

Desde outubro de 1985, com a primeira ocupação no ES, surge a demanda por Escola nas áreas de Reforma Agraria, uma escola própria de acordo com os sonhos e a luta das famílias Sem Terra, entendendo que apenas a conquista da terra não era suficiente. Com este desejo, de uma educação que dialoga com os camponeses surge a educação nas áreas de Reforma Agrária do ES.


Então, dentro das experiências de educação que vinha acontecendo a nível nacional, no ES as escolas de assentamento optaram desde sua origem pela Pedagogia da Alternância. Por ser uma pedagogia que vinha sendo praticada desde o início da década de 1970, no Norte do ES pelas Escolas Famílias Agrícolas - EFA. Também pelo fato de que muitos jovens de assentamentos estavam nestas escolas.


A Pedagogia da Alternância nasce na França em 1935, como resposta aos desafios que os camponeses encontravam na época. Como a não escolarização dos filhos e os que estudavam na cidade dificilmente voltavam para o campo.


No Brasil esta experiência chega dos anos 60, com o padre jesuíta Humberto Pietogrande e sob a influência das Scuole Della Famiglia Rurale da região de Veneto, na Itália. E para manter esta experiência pedagogia cria-se o Movimento de Educação Promocional do Espírito Santo - MEPES (MEPES, 2016). Destaca-se que neste período, dos anos 1960, o Brasil passava por grandes transformações econômicas e políticas. O que ocasionava o êxodo rural e muitas famílias deixavam suas terras e migrando para os centros urbanos (seja por melhores condições de vida ou por imposição do modelo econômico da época).


Assim, com a aprovação em 1992, pelos CEE, do Projeto de “Escola Popular de 1ª a 8ª série dos assentamentos rurais do Estado do Espírito Santo”, estas adotam a Pedagogia da Alternância como sua metodologia pedagógica. Portanto, o funcionamento das escolas do campo nas áreas de assentamentos do MST/ES tem como pressuposto metodológico o Tempo Comunidade (TC) e Tempo Escola (TE), são dois tempos educativos que aliam-se potencializando a relação teoria e prática, os estudos da realidade e o colocar-se do sujeito histórico no mundo. Em ambos os Tempos são realizados ensino, pesquisa, práticas pedagógicas diversas.


No último período, especialmente a partir de 2015 as Escolas de Assentamentos tem vivenciado fortes investidas do Governo estadual contra seu projeto de educação, atropelando os fundamentos científicos e marcos legais que amparam a Pedagogia da Alternância. 


Os movimentos sociais de luta do campo capixaba tem realizado diversas tentativas de diálogo com o governo, porém é um diálogo que não avança visto que são diálogos feitos com representantes do Governo sem poder de decisão. Em resistência e enfrentamento às estratégias do Governo, nós movimentos sociais temos feito manifestações, ocupações, propondo audiências públicas, buscando o diálogo com esse Governo do estado e reivindicando o reconhecimento e respeito à educação do campo e suas especificidades. 


Entretanto, esse Governo segue com suas ações arbitrárias, desrespeitando e desconsiderando todo o projeto de Educação do Campo que historicamente vem sendo construído nesses 31 anos pelos/as trabalhadores/as do campo. 


Ações como: corte no pagamento dos professores da segunda etapa do Ensino Fundamental das escolas de Assentamentos, não reconhecimento do Tempo Comunidade na organização curricular das escolas de Assentamento, redução de cerca de 50% no número de coordenadores que atuavam nas escolas de assentamentos, não contratação de ASE, escolas que possuem menos de 30 educandos não atendidas por nenhum profissional de apoio (merendeira, servente, auxiliar de secretaria escolar), fechamento de escolas do campo, junção de turmas do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental, fechamento de turmas, superlotação da sala de aula com prejuízos ao ensino e a aprendizagem, terceirização da alimentação escolar, precarização da infraestrutura, destituiu o conselho escolar das escolas do campo, fazendo com que estas estejam atreladas aos conselhos de escolas urbanas, tratamento da educação pública como mercadoria com claro empresariamento da educação que nos leva a consequências negativas, como por exemplo, no protagonismo dos professores na sala de aula, nas escolas e na condução da escola pública, entre outras.


Assim, denunciamos a forma que o Governo do estado vem agindo para acabar com a prática da Pedagogia da Alternância nas Escolas de Assentamentos. Repudiamos as ações do Governo que procura de forma perversa negar o direito conquistado pelas Escolas de Assentamento e o funcionamento da Pedagogia da Alternância nas escolas do campo em geral. 


Exigimos que o Governo do Estado do Espírito Santo reconheça e respeite a educação dos povos do campo, em especial a Pedagogia da Alternância. Exigimos que os gestores do Estado cumpram a lei e respeitem todos os marcos regulatórios que reconhecem a diversidade do campo, os Projetos Políticos Pedagógicos específicos destas intuições de ensino, bem como reconheçam o trabalho desenvolvido pelos educadores e educadoras do campo no Espírito Santo. 


Exigimos respeito à Educação do Campo e desta forma, aos povos do campo, com garantia de uma educação do campo pública e de qualidade.


Nenhum direito a menos!
Movimento Sem Terra! Por escola, terra e dignidade!

Fonte: http://www.mst.org.br

domingo, 5 de fevereiro de 2017

Mestrado Profissional em Educação do Campo - UFRB e a conquista da classe trabalhadora!

Resultado de imagem para mestrado em educação do campo 2017O Mestrado Profissional em Educação do Campo da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia - UFRB,  divulgou na última semana, os novos Mestrandos e Mestrandas que foram aprovados e classificados para a turma 05. Entre os (as) 20 Mestrandos e Mestrandas, está a  professora Railda Souza. Licenciada em Educação do Campo pela Universidade Federal da Bahia - UFBA, atualmente é professora da educação básica na cidade de Mutuípe, sua cidade de origem,  professora formadora no programa Escola da Terra, UFBA e Militante do Fórum de Educação do campo do Recôncavo e do Vale do Jiquiriçá. O coletivo do Fórum, e do Programa Escola da Terra, se rejubila com mais esta conquista, pois, ela se junta aos Mestres e Mestrandos, ao professor Marcos Paiva, atualmente Secretário de Educação da Cidade de Santa Inês, Bahia, a Professora Magnólia Pereira, ao Professor Raphael Santos, Diretor Geral da Educação em Adustina, a Militante do Fórum, Cristina Souza, ao Professor da educação básica em Laje e Santo Antonio de Jesus Antoniel Santos e ao Professor Pedro Melo, atualmente Secretário de Agricultura e Meio Ambiente da Cidade de Cruz das Almas, Bahia, além de ser o coordenador do Fórum. Momento histórico de luta e ocupação deste latifúndio do Saber que é a Universidade. Vamos avante!!

Segue o link com o resultado final:

https://www1.ufrb.edu.br/educacaodocampo/images/documentos/selecao2017/20170203164702_HOMOLOGAO_DO_RESUTLADO_FINAL_-_03-02-2016.pdf


Prefeitura de Cruz das Almas: FECHAR ESCOLA DO CAMPO É CRIME

  Comunidade do Ponto Certo exige reabertura da Escola Manoel Caetano da Rocha A comunidade do Ponto Certo , no município de Cruz das Almas...